domingo, 29 de março de 2009

A garota, o vampiro e o menino lobo


Depois de mais de 3 semanas indo deitar acompanhada de vampiros e lobisomens, agora estou sozinha. Me sinto vazia e solitária...
Mas calma, não é bem assim, é que eu terminei de ler a trilogia Crepúsculo.
Sem os calientes beijos e abraços vampirescos, ou melhor, gelados, e beijos forçados do menino lobo, que causavam arrepios na personagem principal do livro, e também em mim, agora estou a espera de uma nova história para ler.

É maravilhoso poder viajar no mundo dos livros, onde a imaginação de gente é livre para criar cada personagem. Eu fico tão entretida com essas histórias que não consigo largar os livros.
Com os livros do Zafon ficava até 3 horas da manhã lendo e só parava quando não estava mais aguentando de sono. Era como se eu estivesse lá, na Barcelona dos anos 20, andando pelas ruas e acompanhando cada passo dos personagens.


Com os livros do Hosseini eu sofria junto com seus personagens, com os dois garotos ligados pela profunda amizade e separados pela covardia, com as mulheres que não podem escolher o seu destino, com as guerras e sofrimentos causados pelo preconceito.


Alguns livros realmente marcam a vida da gente, são inesquecíveis. Mesmo aqueles que li durante a infância, como o Menino do Dedo Verde ou Jane Eyre, não foram jamais esquecidos.
Agora tenho de aguardar até o próximo livro da série Crepúsculo, que só sai em junho, para saber o final da história. Até lá, tenho que ir deitar sem os belíssimos vampiros, os jovens lobisomens, os beijos roubados e os conflitos amorosos de uma garota adolescente.

domingo, 15 de março de 2009

Amor ou amizade

O que vale mais, o amor ou a amizade?
Qual é o segredo para o casamento durar a vida toda?
Eu sempre achei que é fundamental a amizade, pois a paixão passa, o amor fica, mas, sem amizade, as coisas não duram e o amor acaba.
Ser a melhor amiga do parceiro sempre me pareceu a solução para um relacionamento duradouro.
A amizade deve ser recíproca, ele também deve sentir que a parceira é sua melhor amiga.
Mas se quando não podemos mais contar com o seu apoio, quando ele não ouve mais, quando a intolerância passa a substituir a amizade?
Com poucas amigas e a família longe, sinto que estou sozinha dentro de uma casa cheia de gente.
Pra conversar, só se for de política, futebol ou amenidades. Falar sobre sentimentos, expor angústias e mágoas, só com a parede ou a cachorra, se não quiser acabar em briga ou ouvindo o famoso "não enche o saco".
Agora, sou como um monge, não falo, não ouço e tento encontrar a melhor solução ouvindo os meus pensamentos. Compreendendo melhor o que estou sentindo pode ser o caminho para entender o que essa nova fase e encontrar o melhor caminho para o meu ou nosso futuro.